Colisão entre embarcações no Rio Araguaia deixa seis feridos

Adolescente de 14 anos sofreu traumatismo craniano leve e foi transferida para hospital de referência em Goiânia


Por Rota Araguaia em 07/07/2026 às 12:21 hs

Colisão entre embarcações no Rio Araguaia deixa seis feridos
Reprodução

Redação

 

Uma colisão entre duas embarcações no Rio Araguaia deixou seis pessoas feridas na noite de domingo (5), em Aruanã, no noroeste de Goiás. Entre as vítimas está uma adolescente de 14 anos, que sofreu um traumatismo craniano leve e precisou ser transferida para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia.

A reportagem entrou em contato com o Hugol para obter informações atualizadas sobre o estado de saúde da adolescente, mas não recebeu retorno até a última atualização desta matéria.

Segundo o Corpo de Bombeiros, uma das embarcações seguia da Praia do Índio em direção ao porto principal transportando 10 pessoas. A outra navegava rio abaixo com oito ocupantes a bordo quando ocorreu a colisão.

As equipes náuticas dos bombeiros estavam no porto no momento do acidente e iniciaram rapidamente o atendimento às vítimas após ouvirem o impacto.

“Estávamos desmobilizando após os trabalhos nas praias e escutamos um barulho semelhante a uma explosão. Logo os militares perceberam que se tratava de uma colisão entre embarcações”, relatou o capitão Víctor Rocha.

Inicialmente, os bombeiros realizaram o transporte das vítimas de uma das embarcações até a margem e rebocaram o barco envolvido até o porto. Em seguida, equipes de resgate prestaram os primeiros socorros e encaminharam os feridos para o Hospital Municipal de Aruanã.

Além da adolescente, outras vítimas apresentaram ferimentos de diferentes gravidades, incluindo fraturas, cortes, escoriações e suspeitas de fraturas. Os demais ocupantes das embarcações não precisaram de atendimento hospitalar.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, todas as pessoas envolvidas utilizavam coletes salva-vidas no momento da colisão, fator considerado fundamental para evitar consequências mais graves.

“Esse equipamento garante a sobrevida e facilita muito o trabalho do Corpo de Bombeiros. Sem a utilização do colete, o resgate fica muito mais difícil”, destacou o capitão Víctor Rocha.

As circunstâncias que provocaram a colisão ainda serão apuradas. A investigação ficará a cargo da Marinha do Brasil e da Polícia Civil, que deverão analisar as condições da navegação e a dinâmica do acidente.



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